Mostrar mensagens com a etiqueta estética. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta estética. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 8 de maio de 2007

Bumbum brasileiro ganha patente


Patentearam a bunda brasileira. O cirurgião plástico Anthony Griffin é dono de uma luxuosa clínica em Beverly Hills, na Califórnia. Ele patenteou e baptizou, em 2005, de Brazilian Butt Lift, um procedimento cirúrgico que promete deixar qualquer mulher com o rabo redondo e empinado como o das brasileiras. È a combinação do velho talento americano para ganhar dinheiro com a conhecida vocação brasileira para produzir mulheres esculturais. O método de Griffin consiste na retirada de gordura de algumas partes do corpo, como a parte inferior da coluna, para injectá-la nas nádegas.
Diferentemente dos peitos com silicone, os sinais do Brazilian Butt Lift são difíceis de perceber a olho nu. A cicatriz é mínima, pois a gordura é introduzida através de um orifício milimétrico. O médico cobra de 10 a 18 mil dólares por cirurgia e possui clientes em muitos países, inclusive brasileiras que acham que não possuem traseiro de brasileiras.
A Psicologia relaciona a tara masculina por rabos ao instinto animal que nos governa nas relações sexuais. Os homens gostam dessa parte pelo seu apelo puramente sexual, já que não se presta à reprodução e remete aos animais que praticam cópula por trás.
O bumbum ideal é como um seio perfeito. Cheio, durinho, redondinho e voltado para o horizonte.
Pelas minhas pesquisas, descobri que a maravilha da fauna feminina brasileira não está apenas na exuberância, mas também na variedade. Confiram os vários tipos de bumbum:

Tanajura - Rabo pronunciado, exagerado e extremamente volumoso. Normalmente associado a pessoas que possuem ascedência africana.

Ninfeta - Rabo pequeno e delicado, como o de uma púbere.

Pêra - Rabo generoso, pronunciado por uma cintura finíssima.

Maçã- Bumbum baixinho, duro e redondinho.

Sarada - Rabo musculoso e teso, muito comum de ver em ginásios.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

Vigorexia: A Doença da Vaidade


As pressões da sociedade moderna são responsáveis pelo surgimento
de distúrbios da imagem corporal. Uma doença cuja frequência tem aumentado nos últimos anos é a vigorexia, que tem como principal sintoma a valorização excessiva da silhueta perfeita
A pessoa que possui este distúrbio busca tornar o corpo magro e musculoso a qualquer custo, mesmo que isto lhe traga prejuízos futuros. Apesar da vigorexia ser mais comum entre homens, ela também pode ser vista em mulheres.
Os ginásios costumam ser os lugares preferidos dos vigoréxicos. Lá, eles realizam exercícios físicos por horas a fio, pesam-se várias vezes ao dia e comparam sua musculatura com a de seus colegas. O uso de esteróides e anabolizantes pode ser um recurso frequente, por facilitar a obtenção de resultados imediatos.
Além disto, há uma preocupação excessiva com a alimentação: as gorduras são evitadas e as proteínas são consumidas de forma exagerada.
“Mais importante do que exibir um corpo musculoso e perfeito é ostentar uma imagem saudável, que não seja construída em detrimento do próprio bem-estar”
Entre as características psicológicas dos vigoréxicos, encontram-se o sentimento de inferioridade, retracção social e timidez que fazem com que a pessoa busque se afirmar através de um corpo perfeito. Apesar de serem musculosos os vigoréxicos sentem-se internamente enfraquecidos e distantes de si e de seus ideais.
A vigorexia causa um desgaste orgânico e mental e pode trazer consequências semelhantes às do stress, tais como: insônia, desinteresse sexual, falta de apetite, irritabilidade, fraqueza, cansaço, entre outros. Além disto, são também freqüentes os problemas físicos e estéticos, como desproporção dos membros, problemas ósseos e articulares e falta de agilidade.
A situação torna-se mais grave com o uso de anabolizantes, pois estes aumentam os riscos de doenças cardiovasculares e das disfunções sexuais além de diminuírem o tamanho dos testículos e criarem maior propensão ao cancro de próstata.
É desejável que as pessoas tenham preocupação com o próprio físico, desde que esta não se torne uma obsessão e venha a prejudicar outros sectores da vida. Reconhecer as pressões estéticas impostas pela sociedade e saber lidar com elas de maneira saudável é a chave para evitar doenças como a vigorexia e outros distúrbios da imagem corporal. Mais importante do que exibir um corpo musculoso e perfeito é ostentar uma imagem saudável, que não seja construída em detrimento do próprio bem-estar.

Já temos a anorexia, a bulimia, a vigorexia, os viciados na internet...que outras doenças a modernidade irá trazer?

sábado, 17 de março de 2007

O regresso do espartilho



Parece que a estética vitoriana está de volta por terras brasileiras. O espartilho voltou a ser moda nos adereços íntimos femininos. Isto serve como alerta para a ala masculina. Por detrás de um corpo magnífico, pode-se esconder um monte de banhas condensadas sob um apertado disfarce. Ou talvez não...
As meninas que se interessaram pelo artigo, podem saber um pouco mais, consultando o site que abaixo menciono.
www.madamesher.com

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2007

Beleza a quanto obrigas

Pode parecer contraditório, mas a mulher brasileira é a que mais faz cirurgia plástica no mundo. O motivo é tão intrigante quanto: a mulher brasileira, considerada aos quatro cantos do planeta como bela, não se acha bonita. Ou seja, a sua auto-estima está baixa. Estes dados foram levantados numa pesquisa encomendada pela Unilever que entrevistou 3,2 milhões de mulheres, entre 18 e 64 anos, em dez países, como Estados Unidos, Japão, Canadá Itália, Brasil entre outros.

A insatisfação com o próprio corpo é o que mais faz com que as brasileiras recorram aos procedimentos estéticos. Segundo o médico gaúcho Carlos Eduardo Garcez, especializado em medicina estética, 70% dos pacientes que o procuram em sua clínica são mulheres. Dessas, a grande maioria quer melhorar o peso e a forma do seu corpo por insatisfação. No ranking, o Brasil só perde para o Japão em quantidade de mulheres desgostosas com sua própria estética corporal. Conforme o estudo, este número chega a 37%, sendo que apenas 1% das brasileiras se descreve como sendo bonita. Outra informação reveladora é que nenhuma das entrevistadas se considera atraente, e mais da metade delas (54%) ou pensa em fazer ou já fez algum procedimento estético.

Os dados da pesquisa mostram que a auto-estima da brasileira é a grande causa da procura pelas correções no corpo e cirurgias plásticas. Para Garcez, o atendimento em uma clínica estética deve começar pela abordagem psicológica do paciente em entrevistas e conversas antes do procedimento em si. "Hoje, não há mais como negar a necessidade da interação entre o corpo e a mente para se buscar a verdadeira beleza, pois esta é sinônimo de saúde, prazer e qualidade de vida", salienta Garcez. Embora mudar a estética seja válido como motivador de uma auto-valorização, o médico diz que esse diálogo prévio com o paciente o prepara para que ele não mistifique o procedimento estético como a solução para a sua felicidade.

Em outra pesquisa, esta encomendada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), descobriu-se que, em 2004, foram realizadas 621 mil cirurgias plásticas no país. Além de o Brasil ter alguns dos melhores profissionais da área - como o cirurgião plástico Ivo Pitanguy, uma referência mundial neste campo - colabora para este número o fato de o brasileiro possuir um culto ao corpo muito grande. Este ano, devem ser realizadas 800 mil cirurgias deste tipo no Brasil, conforme a SBCP.
Fonte: Site belezainteligente.com.br