quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Rio Grande do Rock



Logo mais, os Capital Inicial subirão ao palco para encerrar a terceira edição do Rio Grande do Rock, que se vem afirmando como um dos eventos mais importantes da cena alternativa da cidade.

Festa do Boi 2007

A 45ª Exposição de Animais e Máquinas Agrícolas, a Festa do Boi 20007, começa no próximo sábado (13), com uma solenidade às 17 horas, no Parque de Exposições Aristófanes Fernandes. Estão a ser preparadas muitas novidades com disputa nos julgamentos, leilões e torneios, entre os criadores. De acordo com as expectativas da diretoria da Associação Norte-rio-grandense de Criadores (ANORC), deverão ser gerados negócios da ordem de R$ 20 milhões, com um público de 400 mil pessoas durante os oito dias da exposição - de 13 a 20 de outubro. Ao todo estarão expostos cinco mil animais.
Como acontece todos os anos, os shows artísticos e o estacionamento durante a Festa do Boi são da responsabilidade de empresas terceirizadas.
Para mim, será apenas sinónimo de noites mal dormidas, visto que este parque está situado bem próximo da minha casa e terei que escutar forró até às tantas da madrugada!!!

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Do escândalo à Playboy!!!


Mônica Veloso foi a pivot da crise enfrentada pelo senador Renan Calheiros. Ela encaminhou para o Conselho de Ética do Senado uma relação de documentos que comprovariam o recebimento de R$ 418.853,20 em dinheiro referente à pensão da filha deles. Segundo a sua versão, a quantia foi entregue para Mônica pelo lobista da empreiteira Mendes Júnior, Cláudio Gontijo.
Em entrevista para a colunista Mônica Bergamo, a ex-amante de Renan Calheiros contou que se sentiu lisonjeada ao ser clicada sem roupa por J.R. Duran, para a revista Playboy.
“Me senti homenageada. Que mulher, na minha idade, num país que tem mulheres lindas e que cultua a juventude, pôde fazer um trabalhos desses (na 'Playboy')? Que eu saiba, Ângela Vieira, Vera Fischer, Maitê Proença, a cantora Marina...”, disse a morena, de 38 anos.
È uma alegria viver num país tropical!!!!

RN 1500


O RALLY RN 1500 é uma prova de velocidade na modalidade todo-o-terreno para carros, motos e quadriciclos, com 1.500 quilômetros de extensão, cuja 1ª edição foi realizada em 1994 com o desafio de cruzar todo o estado do Rio Grande do Norte por caminhos extremamente difíceis, pondo a resistência de pilotos e maquinas à prova.
Em 1999 a prova fez parte da Copa Baja Brasil e em 2003 tornou-se etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country da Confederação Brasileira de Motociclismo, desde então, o RN 1500, tornou-se uma prova tradicional do rally brasileiro.
Nesta 10ª Edição, com início agendado para 12 de Outubro, a prova será homologatória para o Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country 2008, da Confederação Brasileira de Automobilismo.

O RN 1500 é a única prova do Campeonato Brasileiro que consegue proporcionar aos participantes conhecer a maior diversidade de terrenos possível em apenas quatro dias. O roteiro bem elaborado é um dos grandes atractivos do rally, pois cruza praias belíssimas, regiões de grande riqueza arqueológica e lugares com características próprias como o sertão do Seridó e suas formações rochosas, a chapada da Borborema, os lagamares e as famosas dunas que mudam de lugar ao sabor do vento.
Pilotos e navegadores com experiência internacional e detentores do titulo de campeão do RN 1500, como Jean Azevedo, motociclista bicampeão do Dakar; José Hélio Gonçalves, motociclista 4º colocado em etapas do mundial e Lourival Roldan, navegador 3º colocado no Dakar, consideram o RN 1500 como o mais “africano dos rallys brasileiros”, pois a vegetação, as paisagens exuberantes e o solo pedregoso são iguais aos encontrados em África.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

O Homem Beta


O Domingo Espetacular deste fim de semana fez-me descobrir uma revolução na vida doméstica. Quem é o novo homem que ocupou o lugar do machão brasileiro? Uma pesquisa, divulgada esta semana, indica que metade dos brasileiros deixariam o emprego para cuidar dos filhos. Além disso, a maioria dos entrevistados troca uma noitada por um serão sossegado em família. E metade deles acha a cozinha o lugar mais importante da casa. É o novo homem brasileiro, o "homem beta". Depois da existência de playboys, marialvas, yuppies, metrosexuais e homens beta, aguardo o surgimento de novas sub-espécies do género masculino. No que toca a mim, ainda tenho sérias dificuldades para me encaixar neste último lote. Quanto muito, já me chamaram de homem beto...

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Terrorismo musical


O Proibidão é um estilo de funk surgido durante a década de 1990 nas favelas do Rio de Janeiro.
Comercializado de forma clandestina os funks proibidões tratam, da realidade das comunidades onde ocorrem o tráfico. É considerado um subgénero que fala da violência, tráfico de drogas, sendo pouco divulgado fora das favelas.
Gravados por artistas do chamado funk consciente, esse estilo destaca os feitos dos traficantes contra a polícia e defende a eliminação dos mesmos. São expoentes desse estilo MC Galo, MC Mascote, MC Catra, Cidinho e Doca e Duda do Borel, entre outros. Muitos dos artistas que gravam proibidão também gravam músicas lançadas comercialmente. Entre os que fazem isso estão MC Colibri, Menor da Chapa e Frank.

Nesta categoria de funk proibidão estão também composições que exaltam as façanhas de determinadas facções do crime, como Comando Vermelho, Terceiro Comando e ADA (Amigos dos Amigos), todos do Rio de Janeiro e ainda o PCC (Primeiro Comando da Capital), da cidade de São Paulo. Vale lembrar que algumas destas composições são cantadas basicamente por pessoas ligadas ao tráfico e não pela comunidade. Os rappers do funk proibidão geralmente usam toucas ninjas com as quais escondem o rosto e nunca assinam as composições, mesmo que toda a comunidade saiba até quem as compôs.
Isto porque, com a alternância do poder nas comunidades, quem quer que seja que tenha apoiado a facção criminosa que perdeu o poder está fadado à morte. Por isso, dizer que a comunidade canta determinadas composições não é de todo verdade.
Um lamentável apelo à violência travestido de música...

TV Globo Portugal

A rede brasileira de televisão lançou na passada segunda-feira no serviço digital da TV Cabo a TV Globo Portugal, um canal Premium (acesso condicionado a uma mensalidade suplementar) vocacionado para o entretenimento familiar.
"É a primeira vez que uma grelha de programação é customizada para um país", afirmou em entrevista à Lusa, Marcelo Spínola, destacando que nos mais de 100 países onde a rede brasileira está presente é emitida a TV Globo Internacional.
"É estratégico para a rede Globo estar em Portugal", salientou o responsável, justificando a aposta com os laços históricos, mas também com as cada vez mais frequentes ligações empresariais entre os dois países.
De forma a preparar o lançamento da TV Globo Portugal, a rede brasileira, em parceria com a TV Cabo, realizou, durante 3 meses, estudos para avaliar os hábitos e os gostos televisivos dos assinantes da operadora.

"A TV Globo Portugal vai ter uma programação diversificada, de qualidade e de perfil internacional", adiantou, destacando que a estação vai combinar programas da TV Globo, alguns inéditos em Portugal, com os grandes sucessos do canal GNT, que deixou de ser distribuído em Portugal em Abril de 2006.
Apesar de assumir a importância da larga comunidade brasileira presente em Portugal, o responsável nomeou como alvo prioritário do canal os telespectadores portugueses.

A TV Globo Portugal não será a única presença da operadora brasileira em Portugal, que também lança segunda-feira o canal Premium de futebol brasileiro PFC.
De acordo com o responsável, estudos realizados pela rede brasileira ditaram que a comercialização dos 2 canais em acesso condicionado seria o cenário mais ideal.
"Foi o caminho encontrado para viabilizar o lançamento dos 2 canais", referiu.
Os canais vão ser comercializados em separado, por um preço de 10 euros mensais, e em pacote, onde foi fixado o valor de 15 euros.
"Queremos atingir, a médio prazo, entre 30 a 50 mil assinantes. Acreditamos que é uma expectativa realista", concluiu.

sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Viagens pelo sertão nordestino














RISCO DO TROVÃO

"A seca no sertão, se funde com o latifúndio da cerca do
barão,
O que agrava a situação do pobre que não vê a solução
pro seu problema.
É a escapatória pro seu dilema.
Ser fraco ou ser forte, digno de pena, rumar pro sul ou
ficar no Norte.
Esta é a cena. Na encruzilhada da vida, não tem
esquema. Não se evita o corte.
Com um pouco de sorte, tentar enganar a morte.
Com um pouco de sorte, tentar enganar a morte.
Não pergunte pra mim, ate quando vai ser assim,
Nascer no começo, morrer antes do fim.
Nascer no começo, morrer antes do fim.
Por misericórdia, veja a missão,

A prévia da revolução...
Clareou no céu o risco do trovão,
Iluminando a cabeça do homem no chão.
Ele insiste, resiste, persiste e não desiste !
Levanta a cabeça não fica triste.
A insistência que leva a perfeição destrói, destrói a
opressão.
O desespero, desespero, digno de assim ser.
Expulsa o homem da terra, seus valores, raízes
enterra.
O alvo não erra, o medo declara guerra !
O alvo não erra, o medo declara guerra !
A fome desespera aquele que necessita,
para ele a Santa Ceia nunca foi repartida,
podres são lançados pelas mãos de amaldiçoados,
arrancam de sua boca o pão que já não tem,
mate-o logo, não o faça de refém.

O cabôco tenta dar o troco, virar o jogo,
Dar rasteira no mal, se agarra no chão,
Como se esse fosse o seu final irmão.
Clareou no céu o risco do trovão,
Iluminando a cabeça do homem no chão.
Pobre nordestino, retirante como o Menino Jesus,
Foge da seca que é destino como o diabo foge da cruz.

Clareou no céu o risco do trovão,
Iluminando a cabeça do homem no chão."

(Trupiada do Cazumbatuque)

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Rio Grande do Norte nas telas



Nunca o sotaque potiguar esteve tão evidente num filme brasileiro quanto em “O Homem que Desafiou o Diabo”, adaptação para cinema do romance “As Pelejas de Ojuara”, do escritor Nei Leandro de Castro, que estreou esta semana em todo Brasil. Mesmo com conhecidos actores de cinema e televisão do sul/sudeste adaptando suas falas para timbres e cadências nordestinas, a produção dirigida por Moacyr Góes - que também é potiguar - exibe com destaque cenários, termos, caras e bocas do Estado, já que foi todo gravado entre a capital e o interior do RN, também com gente daqui no elenco. O filme mostra um senso de humor peculiar que o torna ainda mais engraçado para quem é da “área”.
O filme que narra a transformação de Zé Araújo, um caixeiro viajante "manicaca" — ou, homem dominado pela mulher, aos que ainda não conhecem o glossário potiguar — no destemido e sedutor caboclo Ojuara (Araújo ao contrário), passeia pela cultura local através de cenários e picardias diversas.

Ao longo de seis semanas a equipa de Góes esteve em território potiguar, filmando a saga do protagonista vivido pelo actor Marcos Palmeira. Durante a estadia, as filmagens passaram por Natal, São Gonçalo do Amarante, São José do Mipibu, Currais Novos, Caicó, Carnaúba dos Dantas e Jucurutu, todas servindo de cenário para os encontros amorosos e desventuras de Ojuara. Cerca de 200 figurantes participaram das filmagens.
O sertão potiguar é praticamente um dos personagens principais do filme, o lugar em que Ojuara empreende uma jornada mítica em busca de São Saruê - a terra de fartura que sempre buscou. Mas há muitas confusões no meio do caminho. A trama começa com a chegada do alegre caixeiro viajante Zé Araújo à cidadezinha de Jardim dos Caiacós. Lá, ele conhece Turco (Renato Consorte), dono de armazém e pai de Dualiba (Lívia Falcão), quarentona fogosa e virgem. Entusiasmado pela bela balzaquiana, Zé Araújo faz o que nenhum homem até então tinha ousado. Dualiba conta a “façanha” para o pai da moça, que procura Zé Araújo para uma proposta irrecusável: vai ter que casar.

Do dia para a noite, o inquieto Araújo passa-se a submeter ao sogro autoritário e às manhas da mulher. Anos depois, aparentemente conformado com o destino, o caixeiro descobre ser motivo de piada na cidade. De forma inesperada, ocorre uma transformação: o pacato cidadão revolta-se, destrói o armazém do sogro, dá uma surra na mulher e procura o tabelião para registrar um nascimento - o seu próprio - desta vez como Ojuara. Nasce assim um caboclo destemido, vestido com roupa de couro, pronto para desbravar o sertão em defesa dos desfavorecidos e buscar o seu destino.
Na sua longa jornada, Ojuara confrontará Cão Miúdo (Helder Vasconcelos), um dos muitos disfarces do “coisa ruim”, se apaixonará pela jovem prostituta Genifer (Fernanda Paes Leme), conhecerá exus e um Preto Velho (Antônio Pitanga), um corcunda ameaçador que também é poeta (Leon Góes), a devoradora de homens Mãe de Pantanha (Flávia Alessandra), e o violento Zé Tabacão (o músico pernambucano Otto). Vencerá também um desafio proposto pelo fazendeiro Coronel Ruzivelte (Sérgio Mamberti) que, como prémio, lhe impõe casamento com a filha Eleonor (Giselle Lima). E as confusões se seguem sertão adentro.
Para o realizador Moacyr Góes, Ojuara é um cavaleiro solitário na linha de uma tradição que remonta às culturas européia, árabe e africana misturadas, e que acaba por resumir a cultura brasileira. É um anti-herói brasileiro na linhagem de Macunaíma e Vadinho (de “Dona Flor”, de Jorge Amado) que pertence a todas as épocas. “Por ser genuinamente brasileiro, Ojuara torna-se universal”, afirmou. A trilha sonora tem contribuições de Gilberto Gil (quem interpeta o forró “Se tem mulher, tô lá”) Jorge Mautner e André Moraes.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Amigos



Nunca tive grandes expectativas em relação à sobrevivência das amizades por motivos de distância. Porém, mais de dois anos de residência no exterior, superaram as minhas piores previsões. Fui assistindo ao afastamento progressivo de várias pessoas que tinha como amigos. Quando confrontados com a situação, desculpam-se sempre com a eterna falta de tempo. Eu compreendo que cada qual tem de lidar diariamente com inúmeros problemas profissionais e pessoais, mas custa-me a acreditar que não lhes sobre uns cinco minutos para escrever um simples e-mail ou dar um telefonema. Então, nada me impede de classificar antigos amigos como meros conhecidos e dar maior importância a outras pessoas, algumas das quais nem conheço pessoalmente. Neste campo, a blogosfera tem-se revelado até agora, uma agradável surpresa. Actualmente, não tenho qualquer tipo de pudor em admitir que grande parte dos meus amigos se encontram no campo virtual.
Os últimos dias deram um novo ênfase a esta teoria. Sendo assim, gostaria de expressar o meu agradecimento a todos aqueles que expressaram o seu apoio nestas horas conturbadas.
Devo acrescentar que o Capitão-Mor está recuperado e ficou mais fortalecido. Para isso, tratei de me libertar de algumas âncoras do passado e, de agora em diante, desejo apenas estar rodeado daqueles que são meus amigos de verdade e, tudo farei para lhes retribuir o que me deram. Amigo de infância deixou de ser estatuto, amigos de farra pouco me importam e resta um pequeno núcleo que guardarei como o mais precioso tesouro. Tudo o resto foram pessoas que foram importantes em determinados momentos da minha vida e ponto final. Os amigos servem para partilhar experiências, confidências, risos, alegrias e tristezas. Para ilustrar este texto, pretendo partilhar convosco um momento musical. Uma das minhas últimas recordações de Portugal. Plainsong, interpretado pelos Cure no Festival Vilar de Mouros, em Julho de 2004. Cerca de dois meses mais tarde, embarcaria para o Brasil...
Um Abraço!

domingo, 3 de junho de 2007

FIM

Agradeço a todos os que me acompanharam durante estes meses. No entanto, hoje decidi encerrar este blogue. È hora de içar a âncora e soltar amarras...
Adeus!

quinta-feira, 31 de maio de 2007

LUTO


O luto é necessário, ou a dor ficará soterrada debaixo da futilidade, sua raíz enterrando-se ainda mais fundo, com o seu fogo a queimar as nossas últimas reservas de vitalidade, fechando todas as saídas.
Permitam-me o luto no período sensato. Então, por um momento, um dia, uma semana, um mês ou mais, deixem-me sofrer. A melancolia e a morte teimam em rondar a minha vida. Primeiro o meu pai, depois alguns parentes de pessoas muito próximas e agora a notícia do falecimento da minha avó. São demasiados golpes para um espaço de tempo tão curto. Pesa sobre mim um crescente sentimento de solidão, perda de raízes e nestes momentos, a distância pesa ainda mais. Talvez seja um bom momento para reflectir sobre os meus valores, atitudes, objectivos e procurar dar um novo rumo à minha existência. Pena que o meu percurso já tenha memórias em demasia...

Que Deus lhe conceda descanso eterno!

Balbina de Jesus Prazeres Varandas
26-03-1926
30-05-2007

quarta-feira, 30 de maio de 2007

9m 32 s - Episódio 5

Na semana passada, os rapazes de Lisboa embrenharam-se na misteriosa Quinta das Gárgulas, na serra de Sintra, onde se deparam com estranhos rituais. Hoje, o Lois apresenta o quinto episódio desta blogsérie, onde a narrativa adquire tórridos contornos eróticos. Mistério, espionagem, seitas obscuras e sexo. Que novos rumos,esta história ainda irá tomar?

terça-feira, 29 de maio de 2007

Reconquista de Olivença


Não resisto a dar umas alfinetadas aos nossos vizinhos espanhóis.

Realidade da Evolução da Espécie Tuga

1999 – Este ano para que país vamos de férias?

2001 – Este ano vamos de férias para o Algarve?

2003 – Vê lá se a Tunísia sai mais barato que o Sul de Espanha

2005 – Este ano vamos de férias?

2007 – Este ano vamos conseguir trabalhar nas férias?

2017 – férias…???

Piadinha cáustica do Arcebispo da Cantuária no blogue Atlântico.

domingo, 27 de maio de 2007

A TAÇA É NOSSA!


O Sporting conquistou hoje a 14ª Taça de Portugal em futebol do seu historial, ao vencer o Belenenses por 1-0, na final da 67ª edição da prova, disputada no Estádio Nacional. Quarenta e sete anos depois, os dois clubes lisboetas encontraram-se numa final da Taça, proporcionando um bom espectáculo de futebol.
Depois do segundo lugar na Liga portuguesa, o Sporting visitava o Jamor para "salvar" a época, mas pela frente encontrou um aguerrido Belenenses, a fazer uma das melhores épocas dos últimos anos. Embora seja um lugar comum, o futebol torna-se um dos principais elos com a pátria, para todos aqueles que vivem no exterior. Eu não sou excepção à regra e, vibro intensamente com as vitórias do meu Sporting, mesmo longe de casa. Agora que a temporada futebolística portuguesa chegou ao fim, vou-me entreter com o campeonato brasileiro, desenvolver os meus talentos de olheiro e tentar adivinhar os jogadores que poderão ingressar nos clubes europeus.
VIVA O SPORTING!!!

sábado, 26 de maio de 2007

Neve no Brasil


Um mês antes do início do inverno neste hemisfério, a neve já apareceu em São Joaquim, região serrana de Santa Catarina, no sul do Brasil. Nevou esta madrugada na cidade e os termómetros atingiram dois graus negativos. Vou mas é tratar de comprar uns skis e rumar ao sul...

sexta-feira, 25 de maio de 2007

Felipe Camarão: Herói Luso-Brasileiro


Antônio Filipe Camarão foi um indígena brasileiro da tribo potiguar, nascido no início do século XVII em Igapó, Natal, na então Capitania do Rio Grande ou, de acordo com alguns historiadores, na Capitania de Pernambuco. Tendo como nome de nascença Poti ou Potiguaçu, adotou Filipe Camarão ao ser baptizado e convertido ao catolicismo (1614). Filipe em homenagem ao soberano D. Filipe II (1598-1621). Camarão, a tradução para o português de seu nome em tupi.
Mestre-de-Campo António Filipe Camarão(Comandante de Terço).Educado pelos jesuítas, era ele, segundo Frei Manuel Calado, "destro em ler e escrever e com algum princípio de latim"; considerava de suma importância a correção gramatical e a pronúncia do português, "era tão exagerado em suas coisas, que, quando fala com pessoas principais, o fazia por intérprete (posto que falava bem o português) dizendo que fazia isto porque, falando em português, podia cair em algum erro no pronúnciar as palavras por ser índio". Seu trato era comedido e "mui cortesão em suas palavras e mui grave e pontual, que se quer mui respeitado".
No contexto das invasões holandesas do Brasil, auxiliou a resistência organizada por Matias de Albuquerque desde 1630, como voluntário para a reconquista de Olinda e do Recife. À frente dos guerreiros de sua tribo organizou ações de guerrilha que se revelaram essenciais para conter o avanço dos invasores.
Mais tarde destacou-se nas batalhas de São Lourenço (1636), de Porto Calvo (1637) e de Mata Redonda (1638). Nesse último ano participou ainda da defesa de Salvador, atacada por Maurício de Nassau.
Distinguiu-se na primeira Batalha dos Guararapes (1648), quando foi agraciado com a mercê de Dom, a Comenda da Ordem de Cristo e o título de Governador de todos os índios do Brasil.
Faleceu no Arraial (novo) do Bom Jesus (Pernambuco), em maio de 1648, em consequência de ferimentos sofridos no mês anterior, durante a Batalha dos Guararapes.
O Palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura de Natal, e um bairro da mesma cidade, homenageiam o seu nome. Da mesma forma, o Exército Brasileiro denomina a Sétima Brigada de Infantaria Motorizada como Brigada Felipe Camarão.
Fonte: Wikipédia

quinta-feira, 24 de maio de 2007

Festival Hot D´Or


Durante duas semanas em Maio, cerca de mil produtores, realizadores e estrelas do porno invadem Cannes para o mais famoso, e porventura o mais glamoroso, festival de cinema para adultos do mundo, o Hot d'Or. Para todas as vedetas do Xbiz,ou aspirantes a tal, este é ponto de passagem obrigatório. O Hot d'Or é a resposta do mundo da pornografia ao mediático Festival de Cannes, rivalizando com o certame original através de várias festas orgiásticas, a sua própria cerimónia e premiações. Realizado num enorme complexo hoteleiro vigiado por uma legião de seguranças, o festival é uma impressionante mostra do poder desta indústria a nível mundial. Em suma, uma visão alternativa do mundo do cinema em Cannes.

quarta-feira, 23 de maio de 2007

9m 32s - Episódio 4


Augusto Luís, Ferreira e a enigmática Amélia saem do prédio. O aguaceiro não dava tréguas. Ficam parados na beirada do edifício para se abrigarem da chuva.
- Ferreira, para onde vamos com este temporal? - pergunta Augusto Luís, subindo as golas do blusão.
- Preciso de passar no Blue Velvet para ver como estão as coisas. Para além do mais, esse apartamento está-me a deixar paranóico. Quero espairecer um pouco...
- Está certo. Ès capaz de ter razão. Vamos lá, então...
- Esperem! Também vou com vocês...- interrompe Amélia - Precisamos falar sobre algumas coisas.
- Conversar connosco!? - interroga Augusto Luís espantado.
- Não acredito que o Blue Velvet seja um local muito apropriado para senhoras - dispara o Ferreira algo desconfiado.
- Porquê? Acha que nunca entrei num clube de strip-tease? Não seja machista! Tenho informações que serão do vosso interesse - diz Amélia em tom de desafio.
- Alto lá! Chega de mistérios por hoje! Diga logo quem você é! - grita o Ferreira.
- Calma! Não creio que seja prudente falar aqui no meio da rua sobre certos assuntos. Vamos? - diz Amélia com um sorriso apaziguador.
- Hum...você vai ter de nos explicar muito bem essa história. Tem a certeza que o ambiente da boite não a vai incomodar? - questiona Ferreira, já avançando para o carro.
- Não seja parvo! Já me vi obrigada a entrar em locais bem piores... - responde Amélia de forma misteriosa.
Um pouco mais tarde, Augusto Luís e Amélia estão sentados frente a frente, numa mesa de canto no Blue Velvet. Ferreira andava de um lado para o outro, dando intruções aos funcionários. Os últimos acontecimentos faziam-no prevêr que talvez tivesse de se ausentar por algum tempo e, por isso, queria deixar tudo organizado para que o funcionamento da casa não fosse alterado.
Augusto Luís e Amélia mantinham um diálogo bastante agradável. A química que se tinha estabelecido entre os dois era quase palpável. Ele não conseguia desviar o olhar daquele rosto que o tinha enfeitiçado. Estavam completamente imunes ao ambiente que os rodeava. As dançarinas no palco e a turba masculina era-lhes completamente indiferente. Este clima de intimidade, é interrompido pelo Ferreira que se senta ao lado do amigo. Coloca algumas pedras de gelo num copo e serve-se de mais um whisky. Acende um cigarro e olha para Amélia com uma expressão impenetrável.

- Acho que chegou a hora de nos contar o que sabe... - murmura Ferreira.
- Sei o que vos está a acontecer. Isto não era para ser assim, mas os acontecimentos das últimas horas, fizeram-me alterar todos os procedimentos.
- Continuo sem entender os seus objectivos. E acima de tudo, quero saber quem você é... - diz Ferreira, evidenciado alguma irritação.
- Se o meu nome verdadeiro é Amélia, pouco importa. Sou agente do SIS e sei que estão a ser ameaçados.
- Ah,ah,ah! - Ferreira solta uma gargalhada - Agente do SIS? Deixe-se de brincadeiras e explique logo o que quer de nós!
- Estou a falar a sério! Vocês estão a ser chantageados por um grupo que anda a ser investigado pelos nossos serviços. Através de outros canais de informação, soubémos que seriam os próximos alvos. Por sorte, o apartamento ao lado do seu ficou vago e, eu infiltrei-me no prédio hà cerca de um mês.. Precisávamos de seguir de perto, todos os seus passos.
- Quer dizer que ando a ser espiado? Era só o que me faltava! Na realidade, nem me apercebi que era a minha nova vizinha. Os meus horários nocturnos não me possibilitam grande convívio com a vizinhança... - profere Ferreira, numa atitude de defesa.
- Acredito. No entanto, era fácil de adivinhar que você seria o elemento do grupo a ser contactado. O facto de ser proprietário desta casa nocturna dá-lhe mais visibilidade - explica Amélia.
- Mas que raio de grupo é esse? - Augusto Luís decide intervir no diálogo - Não vejo qualquer tipo de conexão. Nem sei como tiveram acesso à filmagem da festa do meu último aniversário.
- Na famosa suíte 483 do Hotel da Lapa... - susurra Ferreira, dando mais um trago no cigarro.
- Isso também não sei. Porém, a posse desse tipo de documentos torna as pessoas vulneráveis a chantagens. De qualquer modo, posso-vos adiantar que se trata de uma espécie de seita religiosa, embora os seus rituais sejam de índole pagã. São liderados por uma personagem carismática. Chama-se Horácio Lobo. Viveu alguns anos no Brasil, onde se casou com uma tal de Débora que se tornou o seu braço direito. As actividades da seita tiveram início em Salvador em 1996. Ele regressa a Portugal em 2003 e dois anos mais tarde, surgem os primeiros indícios de actividades suspeitas em território nacional.
- Que merda! Mas como é que nós entrámos nesse filme? - continua Augusto Luís.
- Antes de mais, preciso de saber o conteúdo do envelope que receberam. Foi a própria Débora que executou a tarefa. Eu via-a entrar no prédio, logo depois do Ferreira ter saído para o futebol. Pelo que me dizem, já entendi que o pacote inclui uma filmagem de uma das vossas festinhas... - diz Amélia com malícia.
Augusto Luís passa a explicar em pormenor os dados que tinham em sua posse, enquanto o Ferreira observa a agente secreta pelo canto do olho. Quando ele termina de falar, Amélia dá um gole no seu cocktail e fica pensativa.
- O vosso relato é inédito. Até há poucos meses atrás, o SIS possuía uma fonte dentro da seita. Foi a partir dessa pessoa, que descobrimos que seriam as próxima vítimas. No entanto, esse elemento desapareceu sem deixar rasto. A chantagem, as ameaças e a extorsão sempre fizeram parte das actividades do grupo, mas até agora nunca tinham raptado ninguém. A chantagem incide sobretudo sobre mulheres. Nunca entendemos bem o objectivo...o que é certo é que muitas dessas pessoas, acabaram por aderir à seita, passado a participar nos rituais.
- Que estranho...a chantagem não terá o objectivo de angariar dinheiro para as actividades do grupo? - indaga Ferreira.
- Provavelmente sim. As investigações têm-se deparado com inúmeras dificuldades. Existem bastantes figurões envolvidos na seita. Empresários, diplomatas e até mesmo políticos da nossa praça.
- Estamos fodidos! O que podemos fazer? Pobre Reis! - desabafa Augusto Luís.
- Não entrem em desespero. Preciso que me deêm o material que receberam. Vou entregá-lo à equipa técnica do SIS. Mais tarde, quando a Débora telefonar, avisem-me de imediato e a partir daí traçamos um plano de acção.
- E quanto ao enigma? - pergunta o Ferreira.
- Parece-me bastante simples. A seita muda constantemente de local. Nunca ficam mais de dois meses no mesmo sítio. Preferem quintas e moradias isoladas, na periferia de Lisboa. Suponho que o vosso amigo esteja prisioneiro num local desse tipo.
- E em relação aos outros? Acha que devêmos avisá-los? - interompe Augusto Luís.
- Claro que sim. Aguardem o telefonema da brasileira e depois expliquem-lhes a situação por inteiro.
O trio permanece a conversar em surdina durante algum tempo. Por volta das quatro da manhã, regressam ao prédio, com o intuito de descansar um pouco. O dia seria bastante longo...

Lisboa, Quinta Feira - 01 Novembro 2007, 12:10h
Ferreira já estava acordano, mas permanecia deitado na cama, mergulhado em pensamentos obscuros. Tinha dormido bastante mal. Um sono bastante agitado por pesadelos com o seu amigo Reis. De repente, escuta o toque do telemóvel que tinha colocado ao lado do seu travesseiro. Número confidencial. Só podia ser o ansiado telefonema...
- Estou? - a sua voz não disfarçava o nervosismo.
- Oi, Dr.Ferreira! Dormiu bem, meu querido? - pergunta a brasileira com ironia.
- Não é da sua conta! Quero saber como está o Reis!
- Não se preocupe. Ele está muito bem e aguarda a vossa visita esta noite. E quanto à charada? Têm ideia de onde nós estamos?
- Subestimaram a nossa inteligência. Devem estar enfiados numa quinta, lá para onde o
Judas perdeu as botas! - Ferreira já estava irritado com os jogos da sua interlocutora.
- Bravo! Agora veja se adivinha esta...estamos entre a serra e o mar. Num local, que em tempos ancestrais, era chamado de Monte da Lua.
- Sintra!? - responde Ferreira de forma espontânea.
- Afinal, vocês não são tão estúpidos quanto aquele vídeo caseiro poderia sugerir. Esperamos o vosso grupo esta noite, ás onze horas, na Quinta das Gárgulas. A quinta fica na serra de Sintra. A senha para entrar na casa é OPUS BLOGUS. Nunca irão esquecer, o cerimonial que irão assistir...
Logo de seguida, Débora explica o caminho para a propriedade, enquanto Ferreira vai fazendo anotações num caderno. Ela despede-se de forma ameaçadora.
- E nem pensem em chamar a polícia! Não se esqueçam que o Reis está nas nossas mãos. Até logo!

Ferreira levanta-se bruscamente e avança para a sala, onde Augusto Luís roncava bem alto em cima do sofá. Levanta as persianas e afasta a manta que cobria o amigo.
- Toca a acordar! Hoje, temos excursão nocturna na serra de Sintra!
- O quê? Foda-se, o que estás para aí a dizer?
- Levanta-te rápido! A brasileira já me ligou. Telefona ao Fonseca e pede para ele vir para cá com o Lemos. Depois, trata de avisar a Amélia. Enquanto isso, vou tomar um banho...
- Mas o que foi que a gaja te disse?
- Quando estiverem aqui todos, eu conto. E que tal a bond-girl? Acho que ela gostou de ti - graceja o Ferreira.
- È boazona! Adorei! Estás com ciúmes?
- Népia! Nunca gostei de fulanas que gostem de espiar as minhas coisas. - diz o Ferreira rindo - E já agora, pede para os outros gajos trazerem umas pizzas e cerveja para o almoço.
Nessa tarde, o apartamento do Ferreira transforma-se num autêntico quartel general de uma operação ultra-secreta. O Fonseca e o Lemos ainda estavam atónitos com a situação em que estavam envolvidos e escutavam tudo com a máxima atenção. Amélia tinha chegado com mais dois colegas do SIS. Voltaram a vêr o filme e foram planeando a acção. Amélia deslocar-se-ia mais cedo para Sintra, com os outros dois operacionais. Ela iria entrar clandestinamente na quinta, enquanto os outros ficariam prestando suporte à operação no exterior, dentro de uma carrinha escondida na mata. Seria instalado um dispositivo de escuta, debaixo da roupa de Augusto Luís para que os agentes tivessem conhecimento dos acontecimentos dentro da casa. Se as coisas corressem menos bem, o pessoal do SIS daria sinal de alerta para as forças policias entrarem em acção.

Sintra, Quinta Feira - 01 Novembro 2007, 23:00h
O quarteto de amigos, optara por fazer a viagem até Sintra no carro de serviço do Lemos. Ele era um às do volante e poderiam ter de efectuar uma fuga rápida. O percurso de Lisboa a Sintra, tinha sido percorrido em alta velçocidade. O pequeno Renault Clio quase voava no IC19. Os ocupantes permaneciam em silêncio. Um nervoso miudinho revolvia-lhes o estômago. A chuva tinha parado a meio da manhã desse dia, mas quando chegam a Sintra, são envolvidos por uma densa neblina que fazia as casas adquirirem contornos fantasmagóricos. Cruzam a vila e embrenham-se pelos caminhos da serra. Ferreira vai dando as indicações e pouco depois, desembocam no portão da Quinta das Gárgulas. Na entrada, estão dois homens vestidos com roupas paramilitares e ladeados por temíveis cães de guarda. Um deles avança para o carro.
- Boa noite, senhores! A senha, por favor?
- OPUS BLOGUS! - respondem em uníssono.
O homem olha para eles desconfiado, mas faz sinal para que o outro abra passagem para o carro. Entram lentamente e deparam-se com um casarão antigo, de cor rosada. O átrio defronte da casa tem vários carros estacionados. Quase todos topos de gama e alguns jipes. Estacionam ao lado de um Volvo azul escuro.
- Porra! Deve ser só pessoal da alta! Olhem para o parque automóvel que aqui está! - exclama o Lemos.
- Podes crer! E agora chegaram os cordeirinhos para o jantar dos barões - diz o Fonseca amedrontado.
- Esta escuridão da serra, põe-me os nervos em franja! Espero que a Amélia saiba o que está a fazer... - divaga Augusto Luís.
Saem do carro e dirigem-se para a porta principal da casa. Dão de caras com um negro com quase dois metros de altura, envergando um smoking impecável.
- Sejam bem-vindos à Quinta das Gárgulas! Importam-se de repetir a senha?
- OPUS BLOGUS! - respondem eles, mais vez.
- Façam o favor de me acompanhar... - diz o negro de forma solene, avançando para o interior.
Eles seguem-no. Quando entram no casarão, observam a decoração luxuosa e escutam uma espécie de música sacra que os faz arrepiar. São encaminhados para uma pequena sala. O negro pede que retirem os casacos e estende-lhes umas longas capas de veludo roxo. Em seguida, dá a cada um deles, uma máscara de porcelana. As máscaras eram lindíssimas, com várias pedras semi-precisosas a ornamentá-las. Eles entreolham-se espantados, mas não ousam questionar o anfitrião. Vestem as capas, colocam as máscaras no rosto, seguem por um corredor iluminado por velas e vão ouvindo a música cada vez mais próxima. O corredor termina num enorme salão de estilo mourisco. Quando passam pela porta, são confrontados com uma cerimónia surreal que os deixa perplexos. No meio do salão, está uma espécie de sacerdote que veste uma capa vermelha e máscara dourada. Ao seu redor, forma-se um círculo de dez mulheres esculturais, praticamente nuas e com máscaras. Um pouco mais afastado deste círculo principal, estão várias pessoas com capas de veludo pretas e com as mesmas máscaras. Os rapazes olham em volta e tentam perceber o que se passa.
Neste preciso momento, Amélia encontra-se escondida nas cavalariças da quinta e apenas consegue ouvir aquela sonoridade sinistra , acompanhada da respiração ofegante de Augusto Luís, captada pelo sistema de escuta...

Neste MEGA-EPISÓDIO, fica evidente o meu fascínio pelo mundo da espionagem, assim como, pelos filmes de Stanley Kubrick. O Lois expressou que gostaria de acrescentar novos elementos ou concluir esta narrativa. Sendo assim, seja-lhe feita a vontade. No caso de existir continuação, ficam desde já proibidos de passar a bola novamente para mim! :)