quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Casa em Portugal

Por defeito profissional, tenho por hábito preencher algum tempo a navegar por diversos sites do ramo imobiliário. Procuro saber as últimas tendências, novidades e preços dos diveros empreendimentos que surgem aqui no Nordeste. No entanto, também gosto de acompanhar o que de melhor se vai fazendo neste domínio em Portugal. Algumas vezes, ponho-me a fantasiar sobre a casa perfeita para mim. Numa pesquisa recente, descobri este imóvel que me preencheu as medidas. Trata-se de um apartamento em edifício histórico recuperado, localizado no Paço do Lumiar em Lisboa, bairro que reúne grande parte das minhas raízes familiares e que me aviva diversas memórias de infância. Infelizmente, são raras as vezes em que o meu gosto pessoal coincide com o meu poder aquisitivo.

8 comentários:

JuliaML disse...

:-)

é o mal de meio Portugal, amigo!

eu gosto de casas de fachada antiga e modernas por dentro. Já tive uma assim,só que era tão grande que se abateu sobre mim:-))

Mulheres em dobro disse...

Conforme-se Capitão, não acontece só com vc:)

T disse...

Lindo o Paço do Lumiar.
Boa escolha!

Gi disse...

Aquela zona está em franco desenvolvimento de há uns anos a esta parte e, considerando os quase 200m2 até nem é cara de todo !

Quem manda querer uma casa grande :)

Tenho que cá voltar para ler os outros artigos, acho que esta noiyte faço serão para pôr as visitas (ou a maior parte) em dia, praticamente agora só o consigo fazer uma vez por semana . As coisas mudam ...


Beijinhos

Carla disse...

ai capitão esse é um mal de que também padeço

SM disse...

Por essas e por outras é que eu já deixei de visitar essas páginas !!!

Apesar de adorar Lisboa morar em Lisboa não é coisa que me agrade ... mas a tua escolha está aprovada !! ;-)

Beijocas
SM

Teresa disse...

não consegui aceder ao link, mas digo-lhe que por aqui, na vila, há umas casas girissímas para habitar ou recuperar (como eu fiz). vale bem a pena, um dia tem que cá vir ;)

beijão.

Mad disse...

Não te tratas mal, não. E depois sou eu! Que lata!