terça-feira, 14 de novembro de 2006

Paixões Proibidas


Co-produção com a RTP, Paixões Proibidas, que estreia hoje na Band, custou R$26 milhões à emissora e sua parceira. Com muitas cenas eróticas, a trama, que se desenrola no século XIX, irá para o ar às 22h. Escrita por Aimar Labaki, a história é livremente inspirada em três obras de Camilo Castelo Branco: Amor de Perdição, Mistérios de Lisboa e O Livro Negro do Padre Dinis.
As gravações tiveram início em Portugal, mas o grosso da narrativa tem o Brasil colonial como pano de fundo. Entre os actores portugueses, num total de nove, estão Ana Bustorff, São José Correia, Leonor Seixas, Virgílio Castelo, Pedro Lamares, Henrique Viana entre outros.
O projecto que terá 160 capítulos tem exibição assegurada em Portugal a partir de Janeiro. Nunca fui grande apreciador de telenovelas, mas vou assistir com curiosidade aos episódios iniciais desta interessante produção luso-brasileira.

4 comentários:

Miguel disse...

Capitão,

Só agora é que fiquei saber deste projecto luso-brasileiro ...!

Desconhecia completamente!
Vou ficar atento á sua exibição!

Um abraço da matilde e Cª!

Sofia disse...

E você (ou)viu a trilha sonora?? Nada mais nada menos que Madredeus !!
Abraços,

Rita de Freitas Martins disse...

É verdade!
Por terras lusas, muitos têm sido os comentários sobre as cenas tórridas entre os personagens!

Baseada em Camilo Castelo Branco, passada no Brasil Colonial, e embalada com a música dos nossos queridos Madredeus, a trama tem tudo para dar certo, e revelar-se um dos grandes projectos novelísticos dos últimos tempos!
Vou esperar ansiosa para o ver em Portugal!
Beijos,
Rita!

Felipe C. Dias disse...

A estréia da novela foi um fiasco, saiu na Folha Online:

Audiência

A estréia de "Paixões Proibidas", anteontem, com direito até a cena de estupro, deu três pontos no Ibope, um a menos que a antecessora "Mandacaru" registrava. A Band esperava sete.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/zapping/ult3954u88.shtml

Talvez assim eles aprendam na Band a investir em novelas com tramas boas ao invés de pornografia barata e violência.