sexta-feira, 25 de maio de 2007

Felipe Camarão: Herói Luso-Brasileiro


Antônio Filipe Camarão foi um indígena brasileiro da tribo potiguar, nascido no início do século XVII em Igapó, Natal, na então Capitania do Rio Grande ou, de acordo com alguns historiadores, na Capitania de Pernambuco. Tendo como nome de nascença Poti ou Potiguaçu, adotou Filipe Camarão ao ser baptizado e convertido ao catolicismo (1614). Filipe em homenagem ao soberano D. Filipe II (1598-1621). Camarão, a tradução para o português de seu nome em tupi.
Mestre-de-Campo António Filipe Camarão(Comandante de Terço).Educado pelos jesuítas, era ele, segundo Frei Manuel Calado, "destro em ler e escrever e com algum princípio de latim"; considerava de suma importância a correção gramatical e a pronúncia do português, "era tão exagerado em suas coisas, que, quando fala com pessoas principais, o fazia por intérprete (posto que falava bem o português) dizendo que fazia isto porque, falando em português, podia cair em algum erro no pronúnciar as palavras por ser índio". Seu trato era comedido e "mui cortesão em suas palavras e mui grave e pontual, que se quer mui respeitado".
No contexto das invasões holandesas do Brasil, auxiliou a resistência organizada por Matias de Albuquerque desde 1630, como voluntário para a reconquista de Olinda e do Recife. À frente dos guerreiros de sua tribo organizou ações de guerrilha que se revelaram essenciais para conter o avanço dos invasores.
Mais tarde destacou-se nas batalhas de São Lourenço (1636), de Porto Calvo (1637) e de Mata Redonda (1638). Nesse último ano participou ainda da defesa de Salvador, atacada por Maurício de Nassau.
Distinguiu-se na primeira Batalha dos Guararapes (1648), quando foi agraciado com a mercê de Dom, a Comenda da Ordem de Cristo e o título de Governador de todos os índios do Brasil.
Faleceu no Arraial (novo) do Bom Jesus (Pernambuco), em maio de 1648, em consequência de ferimentos sofridos no mês anterior, durante a Batalha dos Guararapes.
O Palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura de Natal, e um bairro da mesma cidade, homenageiam o seu nome. Da mesma forma, o Exército Brasileiro denomina a Sétima Brigada de Infantaria Motorizada como Brigada Felipe Camarão.
Fonte: Wikipédia

10 comentários:

Sininho disse...

Acredita que cada vez k aki entro sinto-me muito mais rica, é extraordinário as coisas que consigo aprender contigo, obrigado. Se quiseres ler um relato de uma viagem á Guiné vai até lá a casa. Bom fim de semana

Maríita disse...

Interessante, sobretudo ele precisar de um língua para transmitir as suas ideias de modo correcto. Realmente a língua pode causar muitos constragimentos.

Um herói que vale a pena conhecer!

lili disse...

nao percebo nada de historia sou burra mesmo mas nao loira looool

Claudinha disse...

Olá, eu aprendi muito da história dele com nossa guia turística em Natal, você está me fazendo recordar. Mandou bem! Beijo!

Moinante disse...

Ora caro Capitão , as minhas histórias é que davam novelas , bem vejo !!

Afinal de contas a rede Globo é desse lado do Atlântico ...

Aquele abraço .

Um bom fim de semana .

" Pedaços "

Gi disse...

Capitão, o facto de ter abrandado já era sinal que estava a precisar de descanso :) Vou de mini (mini mesmo) férias. Já tenho mais produção que é para não te queixares que ando sossegada :)

Agora descanso e dou-lhes descanso :) beijinhos até para a semana.

(Lá vou eu perder o seguimento da história da Amélia ! :) )

MalucaResponsavel disse...

as coisas q eu aprendo p aqui... :) kiss

AnadoCastelo disse...

As coisas que tu sabes. Mas fiquei a saber a história da Perfeitura de Natal. O prédio vê-se bem que é do tempo em que os portugueses estiveram por aí. Só não o conheço por dentro. Mas é um prédio antigo mt bonito.
Bjs

Nana disse...

Índio de bigode? Nunca vi isso.
Acompanhei a série Férias em Natal, que eu descobri no logue da Jeca. Adorei, vocês deviam fazer isso sempre.
E agora eu tenho um blogue também. Vai lá ver e depois me diz o que achou: http://naoautorizada.blogspot.com/
Beijo

cris disse...

Esse Felipe tá com cara de herói mesmo.
Fiquei curiosa para saber se eu fui parente do frei Manoel, pq meu sobrenome de solteira era o mesmo... hummm, vá saber. Em todo caso, vou ler sobre ele agora no Google.
Beijinho Capitao