sábado, 10 de fevereiro de 2007

Erzsébet Báthory - A Condessa Sanguinária


Esta é a história de uma Condessa que se banhava no sangue de jovens moças. Uma história verdadeira, ainda inédita no nosso país. Os documentos que a provam foram muito difíceis de obter, pois tudo aconteceu há mais de trezentos anos numa Hungria em estado ainda primitivo. Nos tempos actuais não é possível ver o retrato, escurecido pela passagem dos séculos, que eterrnizou o olhar severo da bela Erzsébet Báthory. O castelo de Csejthe está em ruínas desde há duzentos anos, lá no alto dos esporões espetados dos Pequenos Cárpatos, perto da Eslováquia. Quanto a vampiros e fantasmas, esses nunca deixaram de habitá-lo, bem como certo pote de barro, a um canto numa das caves, usado para verter o sangue sobre os ombros da Condessa.
O fantasma do Monstro de Csejthe, a Condessa Sanguinária, uiva ainda lancinantemente durante a noite nessas salas cujas janelas e portas foram muradas e assim ficaram para todo o sempre.

Erzsébet Báthory - A Condessa Sanguinária - Valentine Penrose; Assírio e Alvim

13 comentários:

mau feitio disse...

Deixaste-me mal disposta logo de manhã.

MalucaResponsavel disse...

A serio??? que horror... bj

vinte e dois disse...

Se não me engano, tb por esses lados tínhamos o verdadeiro conde Drácula que mandava colocar os inimigos dentro de caldeirões com água a ferver enquanto outros eram empalados...

Um bom fim de semana ;)

Beetle Bug disse...

O que eu gosto destas histórias.. :))

Sereia disse...

A gaja era doida!
Precisava d um colarzinho dos meus lolol

boleia disse...

:o
que nojo! ha gostos esquisitos p'ra caramba!

Jofre Alves disse...

Já conhecia a história de Elizabeth Bathory, “a Condessa Sanguinária” dos séculos XVI e XVII, que aqui recorda, motivo sempre acrescido para visitar o seu blogue. Bom fim-de-semana.

Rubina disse...

Capitão-mor

Aceitas um desafio???

Luís Graça disse...

Já li. Um dos primeiros livros da chancela Beltenebros, da Assírio e Alvim.
Outro belo livro da Beltenebros é "A ruiva", de Fialho de Almeida. Para qualquer deles é preciso ter um certo estômago.
Bela literatura, em ambos os casos.

sem-comentarios disse...

Uma história macabra, mas sem deixar de ser interessante.

bjs ***

belinha disse...

Ah, conheço esta hsitória pois vi um documentário sobre o conde drácula e referiam esta senhora e outras personagens sanguinárias. lembro-me de teres dito que gostava de histórias de vampiros-eu também!, mas apenas desde que vi o Drácula do Coppola.Depois desse vi outros filmes mais antigos e sigo com interesse o assunto.Há coisas bizarras qeu não são ficção:há talvez dois anos vi uma entrevista com um homem que foi trabalhar numa morgue para beber sangue e depois num hospital.Depois até arranjou uma namorada que partilhava do mesmo gosto e bebiam-se um ao outro.Muito esquisito.E vi ainda um outro documentário com pessoas que se pensam vampiros e que até usam implantes nos dentes.Menos horrível mas tmbém um pouco ridículo.Penso que um desses homens até entrou num reality show inglês ou norte americano...brrr!!

Maríita disse...

:o)! Interessante! Bora lá à Hungria, Eslováquia, Románia...

Beijinhos

AnadoCastelo disse...

Oh homem o que é que te deu?
Desculpa lá, mas não gosto nada deste tipo de leitura. É macabro.
Bjs